
Nascida em Botafogo (Rio de Janeiro), uma carioca aquariana (de 17/02/1990) bem calma e que sempre procura se expressar pela arte. Descobriram seu dom quando ela ainda nem sabia escrever, é filha de um *ilustrador (e pintor) que a deixou bem livre para escolher qual caminho seguiria na vida. Acredita que por ter escolhido a arte para sua profissão, sempre terá o apoio de seu pai (inspiração) e espera algum dia poder pintar tão bem quanto ele. Sua avó sempre a incentivou a desenhar e por isso desde pequena esteve sempre criando historinhas.
Aos 9 anos, começou a colorir seus desenhos no computador usando o Photoshop - ferramenta de trabalho do seu pai. Quando completou 14 anos, se interessou por fotografia ao criar um fotolog , depois disso nunca mais largou a câmera e tentou melhorar a qualidade das suas fotos usando o Photoshop. Com o tempo, suas fotos deixaram de ser apenas sorrisos e passou a interpretar personagens inspirados nas músicas que ouvia, iniciando aí asas suas manipulações.
Nome completo: Luiza Fontella McAllister
Data de aniversário: 17/02/1990
Cidade: Niterói/Rio de Janeiro
Câmera: No momendo... Nenhuma! A minha faleceu, mas estou juntando para
comprar uma Nikon P90 - aceito doações :D
Site: www.aokiiro.com
Como começou a sua história com a ilustração (desenho)?
Luiza: Desde pequena fui incentivada a desenhar porque meu pai é desenhista, então sempre tive contato com a arte.
E sobre sua arte, o que toma como inspiração? Qual é a importância dela em sua vida?
Luiza: Minha inspiração vem das músicas e das coisas que vejo no dia-a-dia. Às vezes eu fico só observando as pessoas nos lugares em que estou, para ver as expressões e tentar imaginar uma história para poder transmitir esse momento em algum desenho.
Quais as ferramentas que usa para desenhar?
Luiza: Além de rabiscar as cadeiras da faculdade com mil tipos de lápis, uso caneta nos meus cadernos e digitalmente eu desenho com minha tablet (intuos3) no photoshop e illustrator.
Pra quem está começando, qual dica daria?
Luiza: Independente de ser bom ou não, o que não pode é desistir. Lembro que eu ficava viajando na arte de profissionais achando que nunca conseguiria chegar “aos pés” deles, até que comecei a praticar observação e entendi que cada artista tem seu traço e ponto de vista. No começo eu só desenhava anime e mangá, depois eu comecei a ver a importância do desenho de modelo real... Assim ganhei muito mais noção de luz e profundidade, além de aumentar minha paleta de cores “mental”.
Além dos desenhos você também gosta de brincar com o Photoshop (Retoque Digital), o que você acha sobre essa lei que obrigada às campanhas publicitárias a alertar o uso de manipulação digital?
Luiza: Acho muito legal essa lei, pois muitas das pessoas que nem sabem que o photoshop existe, acham que aquelas imagens de cabelo perfeito, por exemplo, são super reais e que o produto a ser vendido pode realmente fazer milagre!
Hoje muitos compram uma câmera e sem experiência alguma se auto denominam “fotógrafos”, qual a sua opinião sobre esse fato?
Luiza: Não tenho nada contra quem se denomina fotógrafo sem ter estudado fotografia e acabar pesquisando para aprender sozinho, acho isso até muito legal, pois mostra o esforço da pessoa. Tudo que aprendi no photoshop, illustrator e desenhos (apesar de ter um pai desenhista, nunca pedi aulas a ele), foi “fuçando”, sem tutorial nem nada, e esse interesse que eu tinha me fez chegar longe. Só não sou muito fã de quem se acha o máximo por tirar fotos no automático com uma câmera foda e acha que é superior aos outros.
Você acredita existir alguma relação entre a fotografia e a ilustração? E qual seria?
Luiza: Acho que estão interligadas, principalmente por ser imagens. Lembro que quando me pediam para reproduzir uma foto, eu não ficava muito feliz com isso, mas reconheço que aprendi bastante ao observar fotos. Assim como não gosto muito da arte vetorial por ter um resultado “esperado”, por isso admiro muito o Jorge Packer que da a sua visão às imagens que ele vetoriza – e isso para mim é a arte, meus desenhos são a minha visão do que penso em desenhar. Ou seja, ilustração para mim é a visão do mundo “real” que o desenhista tem, assim como a fotografia é a visão artística do fotógrafo para o que ele decidiu capturar.
Flickr, Twitter, Fotolog, Orkut, qual é a importância dessas ferramentas em sua vida profissional?
Luiza: Esses sites de relação pessoal podem ser considerados perda de tempo para muita gente, mas para mim foram cruciais para a divulgação do meu trabalho e interação com outros artistas que me ensinaram e inspiraram muito! Contato com pessoas de outros estados ou até países que só no contato real eu não conseguiria ter.
Em sua opinião, qual a maior dificuldade e o maior prazer em atuar nessa área?
Luiza: A maior dificuldade é arranjar um emprego que vá satisfazer todas suas vontades. Não pretendo trabalhar com desenho, quero mantê-lo como hobbie ou só encomendas à parte, pretendo mesmo é trabalhar com retoque digital e quando der...Encaixar o desenho nele! O maior prazer é trabalhar com o que amo, assim tudo se torna mais fácil e menos cansativo.
O que você procura transmitir em seus desenhos?
Luiza: O “meu mundo”.
Conheça uma pouco da arte dela...
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Obrigada Fran, adorei! Ainda vou terminar teu desenho, juro!